A importância de se ter um bom NetWork

Tenho convivido nos últimos anos com muitos empresários e profissionais dos quais poucos são os que se atentaram a importância de uma boa rede de contatos nos dias atuais. Posso afirmar que a grande maioria não tem a menor noção ou informação técnica de como proceder para criar, manter e ampliar os seus lucros com esta poderosa ferramenta. Eu mesmo estive procurando por muito tempo uma metodologia eficaz com este propósito e fiz algumas descobertas bastante interessantes.

A primeira pedra deste quebra cabeças veio de forma natural e quase intuitiva. Há muito tempo gosto de pesquisar o comportamento humano e desde que me conheço por gente faço isso de forma amadora. Não me entenda mal, amador no sentido daquele que ama aquilo que faz. Em 2006 me profissionalizei quando entrei como sócio na MasterSapiens. Foi então que percebi que a educação emocional é fundamental em qualquer forma de networking, pois emoção e relacionamento humano estão intimamente ligados.

Com o tempo, atuando na área comercial da empresa e convivendo com à necessidade crescente em se abrir novos prospects, comecei a me a afiliar a grupos de empresários para aumentar o meu leque de conhecimento. A experiência me mostrou que eu precisaria estar com pessoas cujo objetivo fosse o mesmo que o meu, business, para ter o sucesso que eu procurava. Qualquer outro objetivo que o grupo tivesse seria pura perda de tempo e de dinheiro. Mudei minhas parcerias.

As novas tecnologias são vitais neste trabalho. Sites de relacionamento como fecebook e likedin são fundamentais, além de programas regenciais que facilitam enormemente o acompanhamento comercial como os funis de vendas e os CRM´s da vida. Eu tenho que dizer que tive grandes bloqueios principalmente com relação aos sites de relacionamento. Hoje compartilho de uma ideia totalmente diferente. Vale a pena rever posicionamentos passados, principalmente neste caso.

Mas tudo isso não teria valido de nada se eu não houvesse compreendido a primeira e mais importante lei que rege o network: É indicando que se é indicado. A princípio isso pode parecer algo simples demais, e o é, mas envolve implicações muito interessantes. Tão interessantes que vou dedicar um artigo especificamente a este tema.

Conversando com um amigo que atua na área de recolocação profissional surgiram algumas realidades do mercado de empregos brasileiro que, mais uma vez, ressaltou aos meus olhos a importância de um bom network. Ele me evidenciou que profissionais de nível, acima dos 35 anos, encontram grandes dificuldades em se recolocar no mercado. Deste modo, estes estão se terceirizando e montando as suas próprias empresas. Muitas vezes, aqueles que não procedem da área comercial encontram dificuldades em manter o seu negócio e falem. É neste sentido que um boa rede de contatos ativa pode fazer toda a diferença do mundo.

Um profissional da área comercial que não saiba manter seus clientes e parceiros interessados não deve se chamar como tal e, infelizmente ou não, eu tenho observado cada coisa no mercado que me causa muita estranheza neste sentido. Penso que uma orientação formal bem direcionada poderia trazer uma serie de benefícios a muita gente.

Sendo assim, permito-me afirmar que, quando se fala neste assunto, estamos falando de EMPREGABILIDADE e VENDAS que são temas fundamentais em qualquer profissional. O entendimento deste é bem mais profundo que por vezes pode-se imaginar e, sem dúvida, é uma arte que vale a pena contemplar.

Eduardo01

ENGº EDUARDO IORGOF ROCHA

Engenheiro formado pela Escola de Engenharia Mauá, trabalhou em empresas como Pirelli, SKF e Rolamentos FAG. Atuou como professor universitário na FIG (Faculdades integradas de Guarulhos) nas faculdades de Administração e Ciências Contábeis. Além disso foi como professor no ensino profissionalizante e médio perfazendo uma experiência de mais 10 anos na área. Foi diretor da Agência Digital Lifemotion e hoje é diretor Academia MasterSapiens, especializada em desenvolvimento e formação e Equipes. É estudioso do comportamento humano desde 1981. Fundador do GRAI (Grupo de Relacionamento e Apoio a Industria) que iniciou as suas atividades no CIESP Sul em 2013, hoje expande suas atividades nos demais CIESP´s. Grupo no qual se aprende a fazer negócios, fazendo negócios

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